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Pantera - The Great Southern Trendkill: Extremo e sombrio

The Great Southern Trendkill é o oitavo disco do Pantera, e um dos mais extremos da carreira, lançado logo após o sucesso de Far Beyond Driven, é conhecido pelo som brutal, letras sombrias e pela produção intensa de Dimebag Darrell e Terry Date.
Lançado em 7 de maio de 1996, gravado em parte no estúdio de Dimebag (Texas) e em Nashville, é mais agressivo que os anteriores, com vocais gritados de Phil Anselmo e riffs pesadíssimos, apesar de não repetir o sucesso comercial de Vulgar Display of Power, consolidou o Pantera como referência do metal extremo dos anos 90, “Drag the Waters” foi o principal single, mas faixas como “Suicide Note Pt. II” e “Floods” se tornaram clássicos cult.
01. The Great Southern Trendkill: Abertura explosiva, com vocais gritados de Phil Anselmo gravados separados em outro estúdio. É uma crítica feroz aos modismos e à falsidade no cenário musical.
2. War Nerve: Pesada e direta, é praticamente um manifesto contra críticos e inimigos da banda. O tom é de desafio e raiva pura.
3. Drag the Waters: Groove metal clássico, riffs marcantes de Dimebag. A letra fala sobre desconfiança e paranoia. Foi o principal single, com clipe exibido na MTV.
4. 10’s: Atmosférica e lenta, cria um clima sombrio e introspectivo. É uma das faixas mais diferentes do disco, mostrando a versatilidade da banda.
5. 13 Steps to Nowhere: Caótica e rápida, com riffs quebrados e agressivos. Representa bem o lado mais extremo do Pantera.
6. Suicide Note Pt. I: Surpreendente, acústica, melancólica, com arranjos suaves. Fala de depressão e desespero, preparando o terreno para a parte II.
7. Suicide Note Pt. II: Explosão brutal, contrastando com a parte I. É uma das músicas mais pesadas da carreira, com bateria insana e vocais extremos.
8. Living Through Me (Hell’s Wrath): Rápida, agressiva, puro thrash metal. É uma descarga de energia e ódio.
9. Floods: Balada sombria, com clima apocalíptico. O solo de Dimebag é considerado um dos melhores da história do metal. Uma obra-prima dentro do álbum.
10. The Underground in America: Crítica direta ao cenário musical dos EUA, denunciando hipocrisia e exploração. Pesada e cheia de groove.
11. Sandblasted Skin: Encerramento brutal, com riffs violentos e vocais extremos. Fecha o álbum com intensidade máxima.

Esse disco é o mais extremo e sombrio do Pantera, alternando entre brutalidade (Suicide Note Pt. II, Sandblasted Skin) e momentos atmosféricos (10’s, Floods). É um álbum que mostra a banda no auge da agressividade, mas também da criatividade, apesar de não ter tantos hits comerciais, é considerado pelos fãs como um dos pontos altos da banda.

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