Aerosmith – Get a Grip foi lançado em 1993, é o 11º álbum de estúdio e o disco mais vendido da banda mundialmente (mais de 20 milhões de cópias), trouxe três dos maiores hits da carreira da banda, Cryin’, Crazy e Amazing, além de Livin’ on the Edge e Eat the Rich, ele mistura hard rock clássico com baladas poderosas e crítica social, “Livin’ on the Edge” ganhou um Grammy, os clipes de Cryin’, Crazy e Amazing dominaram a MTV nos anos 90.
01 - Intro: Pequeno prelúdio, abre caminho para o peso.
02 - Eat the Rich: Hard rock direto, crítica social e humor ácido, virou faixa de abertura em shows.
03 - Get a Grip: Faixa-título,l do álbum, riffs pesados e refrão marcante.
4 - Fever: Rock acelerado, cheio de energia, com boa aceitação entre os fãs.
5 - Livin’ on the Edge: Crítica social, refrão poderoso, hit mundial, ganhou Grammy e virou clássico da banda.
6 - Flesh – Balada sensual, cheia de groove, muito tocada em rádios.
7 - Walk On Down – Cantada por Joe Perry, mais bluesy, mostra diversidade no álbum.
8 - Shut Up and Dance - Rock divertido, energia de festa, popular em shows.
9 - Cryin’ – Balada poderosa, com um clipe icônico com Alicia Silverstone, um dos maiores sucessos da carreira, dominou a MTV durabte muito tempo.
10 - Gotta Love It – Hard rock pesado, riffs fortes, boa faixa do álbum.
11- Crazy – Balada romântica, clipe com Alicia Silverstone e Liv Tyler, hit mundial, consolidou o retorno da banda nos anos 90.
12- Line Up (feat. Lenny Kravitz) – Musica boa com participação especial de Lenny Kravitz.
13 - Amazing (feat. Don Henley) – Balada épica, fala de superação, mais um hit mundial, com clipe premiado, uma das músicas mais inspiradoras da banda.
14 - Boogie Man – Instrumental curto, fecha o álbum.
15 - Can’t Stop Messin’ (faixa bônus em algumas edições) – Rock direto, presente em versões especiais, pouco conhecida, mas agrada colecionadores.
Get a Grip é o álbum que consolidou o Aerosmith nos anos 90, equilibrando crítica social, baladas emocionais e hard rock divertido. Os singles Cryin’, Crazy, Amazing e Livin’ on the Edge foram responsáveis por transformar o disco em um fenômeno cultural e comercial.
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