Primeiras impressões
A Quantic Dream apresenta mais um game focado em escolhas, com gráficos impressionantes, uma narrativa não tão fluída, e vários bugs.
Em Detroit: Become Human, seguimos a estória de androides, que estão ganhando consciência no ano de 2038, nesse pequeno trecho da narrativa assumimos o papel de Connor, um andróide policial, estamos em uma cena de crime, e devemos aos poucos descobrir o que ocorreu no local, enquanto, no lado de fora existe uma situação de refém, esperando a nossa boa vontade em resolver os quesitos internos, para depois tentar, com diálogo, salvar a pobre criança refém."AFF... Realmente a situação lá fora vai esperar você resolver tudo"
O game está repleto de paredes invisíveis e jogabilidade truncada, durante um certo momento de exploração, fiquei preso na parede, e ao tentar sair, meu personagem foi arremessado para o lado de fora, e ficou travado, após várias tentativas de libertar o personagem, desisti e reiniciei o game.
O game por hora é só isso, vislumbre os gráficos, os sons, e deixe todo o resto de lado, enquanto investiga a casa, e tenta salvar a refém, esse game estava na minha lista, mas depois dessa passagem desastrosa voltarei correndo para Heavy Rain, quem sabe algum dia, esse game me mostre algo que não encontrei dessa vez.




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